sábado, 25 de junho de 2016

Deputado espera repúdio dos eleitores ao PT nas eleições 2016


Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), está sendo desnudado um esquema criminoso que se apropriou do país

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Numa demonstração do forte envolvimento de petistas com o esquema de corrupção na Petrobras, o chamado “Petrolão”, já chega a dez o número de ex-ministros da presidente afastada Dilma Rouseff que são investigados pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Os ex-ministros Paulo Bernardo (Planejamento) e Carlos Gabas (Previdência), alvos da Operação Custo Brasil – uma das ramificações da Lava Jato – foram os últimos a entrar na lista de petistas envolvidos em denúncias de irregularidades. Outros oito ex-ministros próximos da petista estão sendo investigados pela Justiça: Antonio Palocci, Erenice Guerra, Gleisi Hoffmann, Aloizio Mercadante e Jaques Wagner (todos da Casa Civil); Guido Mantega (Fazenda); Ideli Salvatti (Relações Institucionais); e Edinho Silva (Secretaria de Comunicação Social).

Para o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), está sendo desnudado um esquema criminoso que se apropriou do país e mostra o grau de deterioração moral que os governos do PT se envolveram. “O pior de tudo é que isso levava todo o país à reboque. Um grupo político, um partido que se apropriou do país durante 13 anos com um projeto de continuar no poder. Esse era o único projeto e, para isso, valia tudo, desde desviar recursos da principal empresa do país e praticamente quebrá-la, que é o caso da Petrobras, a desestruturar o setor elétrico nacional até retirar recursos de aposentados e pensionistas na obtenção de empréstimos consignados”, criticou o parlamentar.

Segundo o tucano, não havia limites para ludibriar e assaltar os cofres públicos e o último desdobramento da Operação Lava Jato é apenas a “ponta de um iceberg” do conjunto de crimes que foram cometidos contra a sociedade brasileira. “Esperamos que a prisão de Paulo Bernardo e a condução coercitiva de Carlos Gabas possa desvendar mais esse esquema criminoso entre tantos outros que, infelizmente, seremos obrigados a assistir nos próximos meses. Espero que, passado esse episódio de instabilidade política, o Brasil possa se reencontrar com o crescimento econômico, com o fortalecimento de nossas instituições e as eleições municipais nesse ano possam refletir esse repúdio que a população brasileira, com certeza, fará ao PT e aos partidos que fazem parte do seu bloco de apoio”, afirmou Rogério.

De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo desta sexta-feira (24), a prisão de Paulo Bernardo trouxe uma preocupação a mais ao núcleo político ligado à presidente afastada, já que é casado com a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) – um dos principais braços de defesa da petista na Comissão de Impeachment do Senado. Na avaliação de interlocutores de Dilma, segundo o jornal, sua defesa sai enfraquecida após a prisão de Bernardo, o que poderá selar seu destino na comissão. A petista precisa de 28 votos de senadores para conseguir se manter no cargo – até ontem, o núcleo ligado ao PT contabilizava 22 votos. Já o placar do Impeachment do Estadão aponta apenas 18 votos a favor de Dilma.

“Em função da prisão do Paulo Bernardo, pode ser que a senadora se sinta constrangida em continuar com o mesmo ímpeto que estava anteriormente, mas ela não está convencendo ninguém e nunca esteve preocupada. O discurso do PT hoje na Comissão de Impeachment, nas redes sociais e nas ruas do país é pregar aos convertidos. O que eles estão fazendo é construir uma narrativa para justificar o seu fracasso, a corrupção, a catástrofe que se instalou no Brasil, dando um viés de que houve golpe, o que é a única preocupação deles”, afirmou Marinho.

Segundo o jornal, a prisão de Paulo Bernardo também é mais um baque para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva – o ex-ministro é muito ligado a ele e ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na Operação Lava Jato. Outro problema é a condução judicial de Gabas, pela proximidade que tem com a petista, a quem deu “carona” em sua moto Harley Davidson num domingo de 2013.

Resumo Geral
Com PNA

Desemprego continua aumentando, mas ritmo diminui e dá sinais positivos

O estoque de emprego para o mês de maio de 2016 é da ordem de 39.244.949 trabalhadores com carteira de trabalho assinada

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De acordo com o CAGED, em maio de 2016, verificou-se uma redução de 72.615 empregos formais, o equivalente à variação negativa de 0,18% em relação ao estoque do mês anterior. O saldo de maio foi oriundo de 1.209.991 admissões e 1.282.606 desligamentos.

No acumulado do ano, o nível de emprego formal apresentou declínio de 1,13%, correspondendo à perda de 448.011 postos de trabalho. Nos últimos doze meses, o recuo foi da ordem de 1.781.906 empregos com carteira de trabalho assinada, o que corresponde a uma retração de -4,34% do contingente trabalhadores formais.

O estoque de emprego para o mês de maio de 2016 é da ordem de 39.244.949 trabalhadores com carteira de trabalho assinado.
 
Setorialmente, dois dos oito setores de atividade econômica apresentaram saldo positivo. A Agricultura registrou a geração de + 43.117 postos de trabalho ou +2,77%, incremento superior ao verificado no mesmo mês do ano anterior (+28.362 postos). Esse desempenho relaciona-se a fatores sazonais, principalmente com a cultura do café na região sudeste.

Em seguida, vem a Administração Pública (+1.391 postos ou +0,15%), resultado acima do verificado no mesmo período do ano passado (-50 postos). Os setores que tiveram redução no nível de emprego formal foram: Serviços (-36.960 postos ou -0,22%), Comércio (-28.885 postos ou -0,32%), Construção Civil (-28.740 postos ou -0,32%), Indústria de Transformação (-21.162 postos ou – 0,28%), Extrativa Mineral (-1.195 postos ou – 0,58%) e SIUP (-181 postos ou -0,04%).

O saldo negativo no setor Serviços (-36.960 postos ou -0,22%) decorreu da queda do emprego formal em quatro dos seis ramos que o compõem. Os segmentos que tiveram resultado positivo foram: Serviços Médicos e Odontológicos (+5.404 postos ou +0,27%) e Ensino (+869 postos ou +0,05%). Os ramos que apresentaram as maiores quedas foram: Serviços de Alojamento e Alimentação (-19.082 postos ou –0,33%) e Comércio e Administração de Imóveis (-16.040 postos ou -0,34%).

A redução do nível de emprego com carteira de trabalho no Comércio (-28.885 postos ou -0,32%) deveu-se principalmente da perda de postos no Comércio Varejista (-23.336 postos ou – 0,31%).

Na Indústria de Transformação (-21.162 postos ou -0,28%), dois dentre os doze ramos que a integram registraram aumento no nível de emprego formal. Os ramos que apresentaram resultado positivo foram: Indústria de Produtos Alimentícios (+1.185 postos ou +0,06%) e Indústria Química (+981 postos ou 0,11%). Por seu turno, os segmentos que apresentaram as maiores quedas foram: Metalúrgica (-4.346 postos ou -0,67%), Mecânica  (-4.004 postos ou -0,72%) e Material de Transporte (-3.675 postos ou -0,75%).

No recorte geográfico, os dados do CAGED revelam redução no nível de emprego formal nas cinco grandes regiões. A região Sul registrou o maior recuo com a perda de 24.032 de postos de trabalho, ou -0,33%, em razão, principalmente, do desempenho negativo da Agricultura ( -4.906 postos), do Comércio Varejista (-3.081 postos) e do Serviços de Alojamento e Alimentação (-2558 postos). Em seguida, vem região Nordeste que evidenciou a perda de 20.147 empregos formais (-0,31%), devido principalmente ao resultado desfavorável da Construção Civil  (-7.995 postos), Comércio Varejista (-5.983 postos) e Serviços de Alojamento e Alimentos (5.142 postos). As demais Regiões apontaram  o seguinte desempenho: Sudeste (- 17.335 postos  ou -0,08%), Norte (-5.781 postos ou -0,32%) e Centro-Oeste (-5.320 postos ou  -0,17%).

Entre as Unidades da Federação, cinco das vinte e sete elevaram o nível de emprego: Minas Gerais (+9.304 postos ou +0,23%), impulsionado pelo desempenho favorável do Cultivo do Café (+20.308 postos); Espírito Santo (+1.226 postos ou +0,17%), decorrente principalmente do saldo positivo no Cultivo do Café (+1.837 postos); Mato Grosso do Sul (+562 postos ou +0,11%), motivado em grande medida pelo incremento de empregos formais na Agricultura (+522 postos) e Construção Civil (+397 postos); Goiás (+153 postos ou 0,01%), devido ao resultado positivo da Agricultura (+1.059 postos) e da Indústria de Produtos Alimentícios (+807 postos); e Acre (+147 postos ou +0,18%), em razão do desempenho do ramo de Produção Florestal (+109 postos).

As maiores reduções de emprego formal ocorreram nos estados: Rio Grande do Sul (-15.829 postos ou -0,61%), em função principalmente da redução do emprego na Agricultura (-3.723 postos) e Comércio Atacadista (-1.816 postos); Rio de Janeiro (-15.688 postos ou –0,43%) devido à perda de emprego na Construção Civil (-6.107 postos) e Comércio e Administração de Imóveis (-3.668 postos); e São Paulo (-12.177 ou -0,10%) em razão da queda do emprego formal na Construção Civil (-9.957 postos) e no Comércio e Administração de Imóveis (-5.227 postos).

O emprego no conjunto das nove Áreas Metropolitanas registrou queda de 0,40% (-62.513 postos) no contingente de trabalhadores com carteira assinada. Esse desempenho foi oriundo da retração de todas as nove regiões metropolitanas, com destaque para São Paulo (-20.286 postos ou -0,31%) e Rio de Janeiro (-12.313 postos ou -0,44%).

No Interior desses aglomerados urbanos, verificou-se elevação no nível de emprego da ordem de 0,07%, representando um incremento de 9.421 postos de trabalho. Os Interiores dos estados desses aglomerados urbanos que mais contribuíram para esse resultado foram: Minas Gerais (+16.834 postos ou +0,65%) e São Paulo (+8.109 postos ou +0,14%).

Resumo Geral
Com PNA

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Cauby Peixoto é velado na Assembleia Legislativa de São Paulo




O velório do cantor Cauby Peixoto ocorre no salão nobre da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, desde as 9h dessa segunda-feira, 16, e será aberto ao público. A informação foi confirmada por Daniel D’Ângelo, marido da cantora Angela Maria, que cuida dos detalhes da liberação do corpo do cantor.
O enterro de Cauby também já foi definido: será às 16h30, no Cemitério Congonhas, zona sul de São Paulo.
Cauby Peixoto, de 85 anos, faleceu neste domingo, 15, no hospital Santa Maggiore, em São Paulo, onde estava internado desde o último dia 9. A causa da morte foi pneumonia, segundo a assessoria de imprensa do hospital.
Na página oficial do cantor no Facebook, a notícia foi confirmada com a seguinte declaração: “Com muita dor e pesar informamos aos amigos e fãs que nosso ídolo Cauby Peixoto acaba de falecer às 23h50 do dia 15 de maio. Foi em paz e nos deixa com eterna saudades. Pra sempre Cauby!”.

Resumo Geral
com PNA

Temer afirma na TV que não será candidato à reeleição em 2018


Presidente interino Michel Temer
Michel Temer disse que, caso confirmado no cargo até 31 de dezembro de 2018,
 pretende reduzir o desemprego e entregar à população um país pacificado
Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil
presidente interino Michel Temer afirmou hoje (15) que não tem a intenção de se candidatar à reeleição. Em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo. Temer disse também que, se for confirmado no cargo para cumprir o mandato até 31 de dezembro de 2018, pretende reduzir o desemprego e entregar à população um país pacificado.

O presidente interino acrescentou que, caso cumpra essas tarefas, se dará por satisfeito. “Se cumprir essa tarefa, me darei por enormemente satisfeito.” Diante da insistência da repórter em questionar se ele não será candidato em nenhuma hipótese, Temer respondeu: “É uma pergunta complicada 'nenhuma hipótese'. De repente, pode acontecer, mas não é minha intenção. E é minha negativa. Estou negando a possibilidade de uma eventual reeleição, até porque isso me dá maior tranquilidade. Não preciso, digamos, praticar atos conducentes a uma eventual reeleição. Posso até ser impopular, desde que produza benefícios para o país.”
Sobre as críticas pela ausência de mulheres nos cargos de ministros em seu governo, Temer destacou que o mais importante não é ter o rótulo de ministro. Afirmou que um dos cargos de maior destaque da Presidência da República, que é a chefia de gabinete, é ocupada por uma mulher.

Informou ainda que serão ocupados por mulheres cargos de destaque nas secretarias de Cultura, Ciência e Tecnologia e das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Centrais sindicais

Na entrevista, Temer disse ainda que vai demitir ministro que cometer irregularidades. “Se houver um equívoco, ou equívocos administrativos, e, no particular, se houver irregularidades administrativas, eu demito o ministro”, assegurou o presidente interino, que tomou posse e empossou os  novos ministros na quinta-feira (12).

O presidente interino Michel Temer deve se reunir na tarde desta segunda-feira (16) com centrais sindicais para debater propostas de mudanças na Previdência Social. O encontro está previsto para ocorrer às 15h, no Palácio do Planalto. Foram convidados a participar centrais como UGT e Força Sindical. também devem participar da conversa os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Resumo Geral
Com Agência Brasil

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Morre em Nova Cruz após ingerir veneno conhecido como chumbinho de rato, o popular João da eletrônica.




Faleceu na tarde dessa quarta-feira dia 12/05/2016 após ter ingerido veneno de rato conhecido como chumbinho, o senhor João Galego, o mesmo era proprietário de uma eletrônica na Rua Senador Georgino Avelino no Bairro de São Sebastião.

Resumo Geral

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Por 55 votos a e 22 contra, Senado abre processo de impeachment e Dilma é afastada

O Senado aprovou, por 55 votos a favor e 22 contra, a admissibilidade do processo deimpeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, o processo será aberto no Senado e Dilma será afastada do cargo por até 180 dias, a partir da notificação. Os senadores votaram no painel eletrônico. Não houve abstenções. Estavam presentes 78 senadores.
A sessão para a votação durou mais de 20 horas. Durante o dia, dos 81 senadores, 69 discursaram apresentando seus motivos para acatar ou não a abertura de processo contra Dilma.
Comissão Especial
Com a aprovação de hoje, o processo volta para a Comissão Especial do Impeachment. A comissão começará a fase de instrução, coletando provas e ouvindo testemunhas de defesa e acusação sobre o caso. O objetivo será apurar se a presidenta cometeu crime de responsabilidade ao editar decretos com créditos suplementares mesmo após enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei para revisão da meta fiscal, alterando a previsão de superávit para déficit. A comissão também irá apurar se o fato de o governo não ter repassado aos bancos públicos, dentro do prazo previsto, os recursos referentes ao pagamento de programas sociais, com a cobrança de juros por parte das instituições financeiras, caracteriza uma operação de crédito. Em caso positivo, isso também é considerado crime de responsabilidade com punição de perda de mandato.
Um novo parecer, com base nos dados colhidos e na defesa, é elaborado em prazo de 10 dias pela comissão especial. O novo parecer é votado na comissão e, mais uma vez, independentemente do resultado, segue para plenário.
A comissão continuará sob comando do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) e a relatoria com Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Embora o Senado não tenha prazo para concluir a instrução processual e julgar em definitivo a presidenta, os membros da comissão pretendem retomar os trabalhos logo. A expectativa de Lira é que até sexta-feira (13) um rito da nova fase esteja definido, com um cronograma para os próximos passos.
Ele não sabe ainda se os senadores vão se reunir de segunda a sexta-feira, ou em dias específicos e nem se vão incluir na análise do processo outros fatos além dos que foram colocados na denúncia aceita pelo presidente da Câmara dos Deputados. A votação dos requerimentos para oitiva de testemunhas e juntada de documentos aos autos deve começar na próxima semana.
Presidente do STF
Na nova etapa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, passa a ser o presidente do processo, sendo também a última instância de recursos na Comissão Processante. “O processo volta para a comissão, sendo que a instância máxima será o presidente do STF. Se houver alguma questão de ordem que eu indeferir, o recurso será apresentado a ele. Ele passa a ser o presidente do julgamento do impeachment”, explicou o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).
Afastamento
Com a abertura do processo no Senado, Dilma Rousseff é afastada do exercício do cargo por até 180 dias. A presidenta poderá apresentar defesa em até 20 dias. O vice-presidente Michel Temer assume o comando do Executivo até o encerramento do processo. A comissão pode interrogar a presidenta, que pode não comparecer ou não responder às perguntas formuladas.
Intervenção
Há a possibilidade de intervenção processual dos denunciantes e do denunciado. Ao fim, defesa e acusação têm prazo de 15 dias para alegações finais escritas.
Segunda votação em plenário
Depois que a comissão votar o novo parecer, o documento é lido em plenário, publicado no Diário do Senado e, em 48 horas, incluído na ordem do dia e votado pelos senadores. Para iniciar a sessão são necessários mais da metade dos senadores (41 de 81). Para aprovação, o quórum mínimo é de mais da metade dos presentes.
Se o parecer é rejeitado, o processo é arquivado e a presidenta Dilma Rousseff reassume o cargo. Se o parecer é aprovado, o julgamento final é marcado.
Recursos
A presidente da República e os denunciantes são notificados da decisão (rejeição ou aprovação). Cabe recurso para o presidente do Supremo Tribunal Federal contra deliberações da Comissão Especial em qualquer fase do procedimento. 
Decisão final
Na votação final no Senado, os parlamentares votam sim ou não ao questionamento do presidente do STF, que perguntará se Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade no exercício do mandato.
As partes poderão comparecer pessoalmente ou por intermédio de seus procuradores à votação. Para iniciar a sessão é necessário quórum de 41 dos 81 senadores. Para aprovar o impeachment é preciso maioria qualificada (dois terços dos senadores), o que equivale a 54 dos 81 possíveis votos.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Papa pede ao Brasil paz, oração e diálogo neste momento de dificuldade


Papa Francisco chega à Praça São Pedro, para audiência geral, onde ao Brasil paz, oração e diálogo
Papa Francisco chega à Praça São Pedro, para audiência geral, onde pede ao Brasil paz
 oração e diálogoGiorgio Onorati/EPA/Agência Lusa

O papa Francisco saudou hoje (11) os peregrinos de língua portuguesa, em particular, os fiéis brasileiros. Ele pediu, na audiência geral, na Praça São Pedro, oração e diálogo neste momento dificuldade por que passa o Brasil.

“Nestes dias em que nos preparamos para Pentecostes, peço ao Senhor que derrame abundantemente os dons do seu espírito para que, nestes momentos de dificuldade, o país caminhe pelas sendas da harmonia e da paz com a ajuda da oração e do diálogo. Que a proximidade de Nossa Senhora Aparecida – que como uma boa mãe jamais abandona os seus filhos – seja defesa e guia no caminho”, disse ao citar a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

O plenário do Senado Federal vota nesta quarta-feira o relatório da Comissão Especial do Impeachment sobre a admissibilidade do processo de afastamento da presidenta Dilma Rousseff. O parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) é favorável à continuidade do processo por considerar que há indícios de que Dilma praticou crime de responsabilidade. A sessão está prevista para começar às 9h.

Diversas manifestações dividem as discussões políticas no país. Há os favoráveis ao afastamento da presidenta e os que consideram o pedido de impeachment um golpe. Na parte externa do Senado, um corredor de 80 metros de largura por 1 quilômetro de comprimento separará os manifestantes que acompanharão a votação. Ao longo de toda extensão, haverá policiais militares, bombeiros, agentes de trânsito e de saúde.


Resumo Geral
*Com informações da Rádio Vaticano

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Waldir Maranhão anula votação do impeachment na Câmara

O presidente interino da Câmara dos Deputados, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), anulou hoje (9) as sessões do dias 15, 16 e 17 de abril, quando os deputados federais aprovaram a continuidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Ele acatou pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU).  A informação é da presidência da Câmara. Com a aprovação na Câmara, o processo seguiu para o Senado. Waldir Maranhão já solicitou ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a devolução dos autos do processo. O presidente interino da Câmara determinou ainda nova sessão para votação do processo de impeachment na Casa, a contar de cinco sessões a partir de hoje (9).
Waldir Maranhão, que assumiu a presidência após afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolheu os argumentos do advogado-geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, por entender que ocorreram vícios no processo de votação, tornando nula a sessão.
Ele considerou que os partidos políticos não poderiam ter fechado questão ou orientado as bancadas a votarem de um jeito ou de outro sobre o processo de impeachment. “Uma vez que, no caso, [os deputados] deveriam votar de acordo com suas convicções pessoais e livremente”, diz nota do presidente interino divulgada à imprensa.
Maranhão também considera que os deputados não poderiam ter anunciado publicamente os votos antes da votação em plenário em declarações dadas à imprensa. Considerou ainda que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por resolução, como define o Regimento Interno da Casa.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Filha mata mãe a pedradas na Paraíba


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Uma idosa de 72 anos de idade foi assassinada a pedradas pela própria filha, na noite desta quarta-feira (27), no município de Dona Inês, no Agreste paraibano, a 175 km de João Pessoa. A vítima teve o crânio esmagado.

De acordo com a Polícia Militar em Solânea, mãe e filha estavam dentro de casa quando iniciaram uma discussão. Durante a briga, a filha teria ido para fora da casa, quando pegou uma pedra e jogou na cabeça da mãe.

“Elas discutiam e a filha saiu de casa, pegou a pedra e ateou contra a mãe. A pedrada acertou a cabeça da vítima, que teve afundamento de crânio e morreu no local”, contou a PM.

Acionada, a polícia conseguiu localizar a suspeita e efetuar a prisão. Ainda segundo a PM, a filha não revelou o motivo da discussão nem outra possível motivação para o crime.



Resumo Geral
Com Portal Correio

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Jean Wyllys cospe em Bolsonaro durante votação do impeachment


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O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu na cara do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) durante a sessão de votação da admissibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. De acordo com o próprio Wyllys, ele foi insultado por Bolsonaro e respondeu com a cusparada no deputado.

“Na hora em que fui votar, esse canalha decidiu me insultar na saída e tentar agarrar meu braço. Ou foi alguém que estava perto dele. Quando ouvi o insulto, devolvi com um cuspe na cara dele, que é o que ele merece”, destacou o deputado do PSOL.

Wyllys disse não ter medo de sofrer processo por quebra de decoro parlamentar e reafirmou que cuspiria em Bolsonaro novamente. “Não temo enfrentar processo. Processo tem de enfrentar quem é machista, quem é racista, quem promove a violência, quem defende a memória de Brilhante Ustra – um torturador –, quem defende a tortura nesse país. Isso deveria escandalizar vocês, não o cuspe na cara de um canalha”, afirmou.

Bolsonaro atribui a atitude de Wyllys à referência feita por ele ao coronel Brilhante Ustra para justificar seu voto favorável ao impeachment momentos antes do episódio.

“O que falei, ele não gostou. Não falei para ele. Defendi o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, segundo Dilma Rousseff um torturador. Falei em memória dele. Falei algumas outras coisas. Quando ele saiu, tinha muita gente gritando para ele, que resolveu escolher um alvo. Deu uma cusparada em cima de mim. Estou com um cheiro horrível agora”, ironizou.

Em seu perfil no Twitter, o deputado Jean Wyllys especificou os insultos que ouviu de Bolsonaro. "Não negarei e nem me envergonharei de ter cuspido num fascista que me insultou de "veado", "queima-rosca" e "boiola".

Bolsonaro negou que a cusparada tenha atingido sua face. Disse que se abaixou e conseguiu desviar na hora. De acordo com o deputado, a maior parte do cuspe pegou no deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS), que estava atrás dele na hora. Bolsonaro não disse se pretende processar o colega no Conselho de Ética da Câmara.


Resumo Geral
Com Agência Brasil