segunda-feira, 16 de maio de 2016

Cauby Peixoto é velado na Assembleia Legislativa de São Paulo




O velório do cantor Cauby Peixoto ocorre no salão nobre da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, desde as 9h dessa segunda-feira, 16, e será aberto ao público. A informação foi confirmada por Daniel D’Ângelo, marido da cantora Angela Maria, que cuida dos detalhes da liberação do corpo do cantor.
O enterro de Cauby também já foi definido: será às 16h30, no Cemitério Congonhas, zona sul de São Paulo.
Cauby Peixoto, de 85 anos, faleceu neste domingo, 15, no hospital Santa Maggiore, em São Paulo, onde estava internado desde o último dia 9. A causa da morte foi pneumonia, segundo a assessoria de imprensa do hospital.
Na página oficial do cantor no Facebook, a notícia foi confirmada com a seguinte declaração: “Com muita dor e pesar informamos aos amigos e fãs que nosso ídolo Cauby Peixoto acaba de falecer às 23h50 do dia 15 de maio. Foi em paz e nos deixa com eterna saudades. Pra sempre Cauby!”.

Resumo Geral
com PNA

Temer afirma na TV que não será candidato à reeleição em 2018


Presidente interino Michel Temer
Michel Temer disse que, caso confirmado no cargo até 31 de dezembro de 2018,
 pretende reduzir o desemprego e entregar à população um país pacificado
Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil
presidente interino Michel Temer afirmou hoje (15) que não tem a intenção de se candidatar à reeleição. Em entrevista ao programa Fantástico, da Rede Globo. Temer disse também que, se for confirmado no cargo para cumprir o mandato até 31 de dezembro de 2018, pretende reduzir o desemprego e entregar à população um país pacificado.

O presidente interino acrescentou que, caso cumpra essas tarefas, se dará por satisfeito. “Se cumprir essa tarefa, me darei por enormemente satisfeito.” Diante da insistência da repórter em questionar se ele não será candidato em nenhuma hipótese, Temer respondeu: “É uma pergunta complicada 'nenhuma hipótese'. De repente, pode acontecer, mas não é minha intenção. E é minha negativa. Estou negando a possibilidade de uma eventual reeleição, até porque isso me dá maior tranquilidade. Não preciso, digamos, praticar atos conducentes a uma eventual reeleição. Posso até ser impopular, desde que produza benefícios para o país.”
Sobre as críticas pela ausência de mulheres nos cargos de ministros em seu governo, Temer destacou que o mais importante não é ter o rótulo de ministro. Afirmou que um dos cargos de maior destaque da Presidência da República, que é a chefia de gabinete, é ocupada por uma mulher.

Informou ainda que serão ocupados por mulheres cargos de destaque nas secretarias de Cultura, Ciência e Tecnologia e das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

Centrais sindicais

Na entrevista, Temer disse ainda que vai demitir ministro que cometer irregularidades. “Se houver um equívoco, ou equívocos administrativos, e, no particular, se houver irregularidades administrativas, eu demito o ministro”, assegurou o presidente interino, que tomou posse e empossou os  novos ministros na quinta-feira (12).

O presidente interino Michel Temer deve se reunir na tarde desta segunda-feira (16) com centrais sindicais para debater propostas de mudanças na Previdência Social. O encontro está previsto para ocorrer às 15h, no Palácio do Planalto. Foram convidados a participar centrais como UGT e Força Sindical. também devem participar da conversa os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Resumo Geral
Com Agência Brasil

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Morre em Nova Cruz após ingerir veneno conhecido como chumbinho de rato, o popular João da eletrônica.




Faleceu na tarde dessa quarta-feira dia 12/05/2016 após ter ingerido veneno de rato conhecido como chumbinho, o senhor João Galego, o mesmo era proprietário de uma eletrônica na Rua Senador Georgino Avelino no Bairro de São Sebastião.

Resumo Geral

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Por 55 votos a e 22 contra, Senado abre processo de impeachment e Dilma é afastada

O Senado aprovou, por 55 votos a favor e 22 contra, a admissibilidade do processo deimpeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, o processo será aberto no Senado e Dilma será afastada do cargo por até 180 dias, a partir da notificação. Os senadores votaram no painel eletrônico. Não houve abstenções. Estavam presentes 78 senadores.
A sessão para a votação durou mais de 20 horas. Durante o dia, dos 81 senadores, 69 discursaram apresentando seus motivos para acatar ou não a abertura de processo contra Dilma.
Comissão Especial
Com a aprovação de hoje, o processo volta para a Comissão Especial do Impeachment. A comissão começará a fase de instrução, coletando provas e ouvindo testemunhas de defesa e acusação sobre o caso. O objetivo será apurar se a presidenta cometeu crime de responsabilidade ao editar decretos com créditos suplementares mesmo após enviar ao Congresso Nacional um projeto de lei para revisão da meta fiscal, alterando a previsão de superávit para déficit. A comissão também irá apurar se o fato de o governo não ter repassado aos bancos públicos, dentro do prazo previsto, os recursos referentes ao pagamento de programas sociais, com a cobrança de juros por parte das instituições financeiras, caracteriza uma operação de crédito. Em caso positivo, isso também é considerado crime de responsabilidade com punição de perda de mandato.
Um novo parecer, com base nos dados colhidos e na defesa, é elaborado em prazo de 10 dias pela comissão especial. O novo parecer é votado na comissão e, mais uma vez, independentemente do resultado, segue para plenário.
A comissão continuará sob comando do senador Raimundo Lira (PMDB-PB) e a relatoria com Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Embora o Senado não tenha prazo para concluir a instrução processual e julgar em definitivo a presidenta, os membros da comissão pretendem retomar os trabalhos logo. A expectativa de Lira é que até sexta-feira (13) um rito da nova fase esteja definido, com um cronograma para os próximos passos.
Ele não sabe ainda se os senadores vão se reunir de segunda a sexta-feira, ou em dias específicos e nem se vão incluir na análise do processo outros fatos além dos que foram colocados na denúncia aceita pelo presidente da Câmara dos Deputados. A votação dos requerimentos para oitiva de testemunhas e juntada de documentos aos autos deve começar na próxima semana.
Presidente do STF
Na nova etapa, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, passa a ser o presidente do processo, sendo também a última instância de recursos na Comissão Processante. “O processo volta para a comissão, sendo que a instância máxima será o presidente do STF. Se houver alguma questão de ordem que eu indeferir, o recurso será apresentado a ele. Ele passa a ser o presidente do julgamento do impeachment”, explicou o presidente da comissão, senador Raimundo Lira (PMDB-PB).
Afastamento
Com a abertura do processo no Senado, Dilma Rousseff é afastada do exercício do cargo por até 180 dias. A presidenta poderá apresentar defesa em até 20 dias. O vice-presidente Michel Temer assume o comando do Executivo até o encerramento do processo. A comissão pode interrogar a presidenta, que pode não comparecer ou não responder às perguntas formuladas.
Intervenção
Há a possibilidade de intervenção processual dos denunciantes e do denunciado. Ao fim, defesa e acusação têm prazo de 15 dias para alegações finais escritas.
Segunda votação em plenário
Depois que a comissão votar o novo parecer, o documento é lido em plenário, publicado no Diário do Senado e, em 48 horas, incluído na ordem do dia e votado pelos senadores. Para iniciar a sessão são necessários mais da metade dos senadores (41 de 81). Para aprovação, o quórum mínimo é de mais da metade dos presentes.
Se o parecer é rejeitado, o processo é arquivado e a presidenta Dilma Rousseff reassume o cargo. Se o parecer é aprovado, o julgamento final é marcado.
Recursos
A presidente da República e os denunciantes são notificados da decisão (rejeição ou aprovação). Cabe recurso para o presidente do Supremo Tribunal Federal contra deliberações da Comissão Especial em qualquer fase do procedimento. 
Decisão final
Na votação final no Senado, os parlamentares votam sim ou não ao questionamento do presidente do STF, que perguntará se Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade no exercício do mandato.
As partes poderão comparecer pessoalmente ou por intermédio de seus procuradores à votação. Para iniciar a sessão é necessário quórum de 41 dos 81 senadores. Para aprovar o impeachment é preciso maioria qualificada (dois terços dos senadores), o que equivale a 54 dos 81 possíveis votos.

Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Papa pede ao Brasil paz, oração e diálogo neste momento de dificuldade


Papa Francisco chega à Praça São Pedro, para audiência geral, onde ao Brasil paz, oração e diálogo
Papa Francisco chega à Praça São Pedro, para audiência geral, onde pede ao Brasil paz
 oração e diálogoGiorgio Onorati/EPA/Agência Lusa

O papa Francisco saudou hoje (11) os peregrinos de língua portuguesa, em particular, os fiéis brasileiros. Ele pediu, na audiência geral, na Praça São Pedro, oração e diálogo neste momento dificuldade por que passa o Brasil.

“Nestes dias em que nos preparamos para Pentecostes, peço ao Senhor que derrame abundantemente os dons do seu espírito para que, nestes momentos de dificuldade, o país caminhe pelas sendas da harmonia e da paz com a ajuda da oração e do diálogo. Que a proximidade de Nossa Senhora Aparecida – que como uma boa mãe jamais abandona os seus filhos – seja defesa e guia no caminho”, disse ao citar a padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida.

O plenário do Senado Federal vota nesta quarta-feira o relatório da Comissão Especial do Impeachment sobre a admissibilidade do processo de afastamento da presidenta Dilma Rousseff. O parecer do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) é favorável à continuidade do processo por considerar que há indícios de que Dilma praticou crime de responsabilidade. A sessão está prevista para começar às 9h.

Diversas manifestações dividem as discussões políticas no país. Há os favoráveis ao afastamento da presidenta e os que consideram o pedido de impeachment um golpe. Na parte externa do Senado, um corredor de 80 metros de largura por 1 quilômetro de comprimento separará os manifestantes que acompanharão a votação. Ao longo de toda extensão, haverá policiais militares, bombeiros, agentes de trânsito e de saúde.


Resumo Geral
*Com informações da Rádio Vaticano

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Waldir Maranhão anula votação do impeachment na Câmara

O presidente interino da Câmara dos Deputados, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), anulou hoje (9) as sessões do dias 15, 16 e 17 de abril, quando os deputados federais aprovaram a continuidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Ele acatou pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU).  A informação é da presidência da Câmara. Com a aprovação na Câmara, o processo seguiu para o Senado. Waldir Maranhão já solicitou ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a devolução dos autos do processo. O presidente interino da Câmara determinou ainda nova sessão para votação do processo de impeachment na Casa, a contar de cinco sessões a partir de hoje (9).
Waldir Maranhão, que assumiu a presidência após afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolheu os argumentos do advogado-geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, por entender que ocorreram vícios no processo de votação, tornando nula a sessão.
Ele considerou que os partidos políticos não poderiam ter fechado questão ou orientado as bancadas a votarem de um jeito ou de outro sobre o processo de impeachment. “Uma vez que, no caso, [os deputados] deveriam votar de acordo com suas convicções pessoais e livremente”, diz nota do presidente interino divulgada à imprensa.
Maranhão também considera que os deputados não poderiam ter anunciado publicamente os votos antes da votação em plenário em declarações dadas à imprensa. Considerou ainda que o resultado da votação deveria ter sido formalizado por resolução, como define o Regimento Interno da Casa.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Filha mata mãe a pedradas na Paraíba


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Uma idosa de 72 anos de idade foi assassinada a pedradas pela própria filha, na noite desta quarta-feira (27), no município de Dona Inês, no Agreste paraibano, a 175 km de João Pessoa. A vítima teve o crânio esmagado.

De acordo com a Polícia Militar em Solânea, mãe e filha estavam dentro de casa quando iniciaram uma discussão. Durante a briga, a filha teria ido para fora da casa, quando pegou uma pedra e jogou na cabeça da mãe.

“Elas discutiam e a filha saiu de casa, pegou a pedra e ateou contra a mãe. A pedrada acertou a cabeça da vítima, que teve afundamento de crânio e morreu no local”, contou a PM.

Acionada, a polícia conseguiu localizar a suspeita e efetuar a prisão. Ainda segundo a PM, a filha não revelou o motivo da discussão nem outra possível motivação para o crime.



Resumo Geral
Com Portal Correio

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Jean Wyllys cospe em Bolsonaro durante votação do impeachment


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O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu na cara do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) durante a sessão de votação da admissibilidade do impeachment da presidenta Dilma Rousseff. De acordo com o próprio Wyllys, ele foi insultado por Bolsonaro e respondeu com a cusparada no deputado.

“Na hora em que fui votar, esse canalha decidiu me insultar na saída e tentar agarrar meu braço. Ou foi alguém que estava perto dele. Quando ouvi o insulto, devolvi com um cuspe na cara dele, que é o que ele merece”, destacou o deputado do PSOL.

Wyllys disse não ter medo de sofrer processo por quebra de decoro parlamentar e reafirmou que cuspiria em Bolsonaro novamente. “Não temo enfrentar processo. Processo tem de enfrentar quem é machista, quem é racista, quem promove a violência, quem defende a memória de Brilhante Ustra – um torturador –, quem defende a tortura nesse país. Isso deveria escandalizar vocês, não o cuspe na cara de um canalha”, afirmou.

Bolsonaro atribui a atitude de Wyllys à referência feita por ele ao coronel Brilhante Ustra para justificar seu voto favorável ao impeachment momentos antes do episódio.

“O que falei, ele não gostou. Não falei para ele. Defendi o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, segundo Dilma Rousseff um torturador. Falei em memória dele. Falei algumas outras coisas. Quando ele saiu, tinha muita gente gritando para ele, que resolveu escolher um alvo. Deu uma cusparada em cima de mim. Estou com um cheiro horrível agora”, ironizou.

Em seu perfil no Twitter, o deputado Jean Wyllys especificou os insultos que ouviu de Bolsonaro. "Não negarei e nem me envergonharei de ter cuspido num fascista que me insultou de "veado", "queima-rosca" e "boiola".

Bolsonaro negou que a cusparada tenha atingido sua face. Disse que se abaixou e conseguiu desviar na hora. De acordo com o deputado, a maior parte do cuspe pegou no deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS), que estava atrás dele na hora. Bolsonaro não disse se pretende processar o colega no Conselho de Ética da Câmara.


Resumo Geral
Com Agência Brasil

domingo, 3 de abril de 2016

Whatsapp lança novos recursos; saiba quais são e como usar

Agora é possível, usando o aplicativo, usar ferramentas para deixar seu texto em negrito, itálico ou rabiscado


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No mundo da tecnologia, a cada dia surgem inovações. O Whatsapp, aplicativo de conversas que caiu no gosto dos brasileiros, lançou recentemente mais um recurso para dinamizar o bate-papo.

Agora é possível, usando o aplicativo, usar ferramentas para deixar seu texto em negrito, itálico ou rabiscado.

Para fazer isso com algumas palavras, é preciso usar os códigos pré-estabelecidos:
Negrito: O texto ficará em negrito se você abrir e terminar o trecho a ser destacado com o símbolo * (asterisco). Então, se você quiser destacar, por exemplo, a palavra whatsapp é só escrever *whatsapp* que ela aparecerá na conversa assim: whatsapp, após você enviar o conteúdo.

Itálico: O mesmo procedimento serve para o texto em itálico. O que muda é o símbolo. Nesse caso, deve-se usar o _ (underline). Então, se quiser colocar whatsapp, por exemplo, em itálico é só escrever _whatsapp_  que aparecerá whatsapp.

Rabiscado: O símbolo para rabiscar um trecho é o ~ (acento til). O sistema é o mesmo. Como estamos usando de exemplo a palavra whatsapp, se você quiser colocá-la rabiscada, é só escrever ~whatsapp~ que ela aparecerá whatsapp .

Além de palavras, é possível destacar frases ou até mesmo textos inteiros, mas é preciso colocar os comandos no início e no final da frase e não de cada palavra. A novidade, por enquanto, só está disponível para o sistema iOS. Nos próximos dias, também deverá ser atualizado para android.
 
Resumo Geral
Com PNA

A história se repete: Dilma segue roteiro do impeachment de Collor


Dilma Rousseff, após a saída do PMDB do governo, adota estratégia de lotear os cargos do governo em busca dos votos para barrar o impeachment na Câmara dos Deputados.


Folha
Com a análise do processo de abertura do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados, a petista segue o mesmo roteiro do ex-presidente Fernando Collor de Melo, que foi afastado do cargo em 1992 e renunciou ao cargo antes da votação no Senado.

A capa do jornal Folha de S. Paulo, de 1992, quando a Câmara estava prestes a votar a aceitação do pedido de impeachment de Collor, mostra que o ex-presidente utilizou a tática de lotear a estrutura de governo para tentar convencer deputados a votarem contra seu afastamento. Não funcionou.

Dilma Rousseff, após a saída do PMDB do governo, entra no mesmo roteiro que Collor seguiu no passado. Começou, no Planalto, o vale tudo em busca dos 172 votos necessários para impedir a continuidade do processo na Câmara dos Deputados. Os cargos de primeiro, segundo e terceiro escalão estão na mesa, em cima do balcão de negócios.

Com Collor, não deu certo. Dilma tenta ter um desfecho diferente. Os pontos divergentes entre os dois são a popularidade, tendo em vista que as pesquisas mostram uma avaliação pior da petista do que a do ex-presidente na época, e o apoio de movimentos organizados, quesito no qual Dilma leva vantagem, por ter o apoio de sindicatos e entidades estudantis.

Resumo Geral
Com Portal No Ar