quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Mulher acusada de dar bolo com veneno a crianças de 4 anos é condenada a 7 anos de prisão; Confira


Mulher acusada de dar bolo com veneno a crianças de 4 anos é condenada a 7 anos de prisão; ConfiraA auxiliar de limpeza Alzira Celestino de Afonso, acusada de envenenar quatro crianças com um bolo de chocolate em março de 2008 em Campinas (SP), foi condenada a sete anos e oito meses de prisão por tentativa de homicídio qualificado.

A sentença foi dada pelo juiz da 1ª Vara do Júri de Campinas, José Henrique Rodrigues Torres, no início da madrugada desta quarta-feira (13), após cerca de dez horas de julgamento. A pena inicial deve ser cumprida no regime semiaberto, mas o promotor de Justiça Ricardo Silvares informou que vai recorrer da decisão e pedir a mudança para o regime fechado.

Alzira era vizinha das crianças e teria deixado um bolo de chocolate e um bilhete na porta da casa onde elas moravam no bairro DIC I. Na época, elas passaram mal e foram levadas para o hospital após comerem o doce.

O Instituto de Criminalística (IC) confirmou que a letra no bilhete era da auxiliar de limpeza. No papel estava escrito que o bole era para uma das crianças. A Polícia Civil disse na época que Alzira queria se vingar delas, pois elas teriam maltratado os cachorros dela. 

A auxiliar de limpeza está representada pela Defensoria Pública de São Paulo. O G1 procurou o advogado de defesa, mas até esta publicação a assessoria de imprensa da Defensoria não havia informado o advogado responsável pelo caso e se vai recorrer da sentença.

Julgamentos adiados

O julgamento já havia sido adiado quatro vezes. A primeira data era prevista para maio de 2008, mas a defesa pediu novas análises no bilhete encontrado junto com o bolo. A segunda tentativa de julgamento foi em abril de 2009, mas cinco das sete testemunhas convocadas para depor não compareceram.

A terceira, em julho do mesmo ano, também não ocorreu porque o Ministério Público (MP) pediu esclarecimentos para os peritos sobre os laudos que contavam no processo. A quarta sessão também não foi realizada por questionamento de falta de documentos.

Alzira chegou a ficar presa por cinco meses e foi liberada no dia 8 de agosto de 2008. Ela respondia em liberdade até a definição da sentença.

Resumo Geral
com G1SP

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